
🌀 Especial Control Resonant · Atualizado em junho de 2026
O que esperar de
Control Resonant
Manhattan virou um pesadelo de física quebrada, Jesse Faden desapareceu e o irmão dela vai precisar de uma arma que muda de forma só pra sobreviver ao próprio dia. Aqui vai tudo que já sabemos.
Control (2019) terminou deixando os fãs com uma pergunta gigante na cabeça: e agora? A Remedy levou uns bons anos pra responder, mas a resposta veio com tudo — Control Resonant chega em 24 de setembro de 2026, com um trailer que parece ter saído direto de um pesadelo dirigido pelo Christopher Nolan.
Spoiler antecipado: não é mais o mesmo jogo de tiro em terceira pessoa. A Remedy decidiu mudar quase tudo — protagonista, gênero, estrutura — e ainda assim manter aquela atmosfera de “realidade quebrada” que fez todo mundo se apaixonar pelo primeiro Control. Aqui vai tudo que já sabemos.
Os números que importam
Data de lançamento
2026 · revelada no State of Play de junho
Plataformas
PS5, Xbox Series X/S e PC (Steam e Epic Games Store)
Novo protagonista
Irmão de Jesse Faden assume o controle (literalmente)
Preço estimado
Considerado “baratíssimo” pela imprensa especializada
Acesso antecipado
Exclusivo da Edição Deluxe no PS5 — só lá, mesmo
Meta de vendas
Unidades esperadas só no ano de lançamento, segundo a Remedy
A história: Dylan assume o controle (com trocadilho mesmo)
Se no primeiro jogo Jesse Faden era a protagonista que assumia a Diretoria do Federal Bureau of Control, agora é a vez do irmão dela. Dylan Faden acorda depois de anos de confinamento nas mãos do próprio FBC — e é jogado direto no centro de uma crise paranormal completamente nova.
O detalhe mais interessante: Dylan não é um herói tradicional. No primeiro Control, ele era basicamente vítima e antagonista dos eventos sobrenaturais — manipulado, confinado, usado. Agora ele precisa entender quem realmente é depois de anos sendo o “problema” da história. É uma escolha narrativa ousada: colocar o personagem mais frágil emocionalmente do universo Control como protagonista de ação.
E Jesse? Ela não é jogável nessa sequência, mas está longe de ser irrelevante — agora como diretora do FBC, ela desapareceu, e parte da jornada de Dylan é justamente tentar descobrir o que aconteceu com a irmã enquanto enfrenta as próprias forças paranormais.
Gameplay: de tiro em terceira pessoa pra RPG de ação
Aqui está a mudança mais radical da sequência. O Control original era, essencialmente, um jogo de tiro em terceira pessoa com poderes telecinéticos. O Resonant troca essa estrutura por algo bem diferente: um RPG de ação com foco em combate corpo a corpo, onde a progressão de habilidades e a construção de builds ganham um peso muito maior.
A arma central dessa nova proposta se chama Aberrant — uma arma mutável capaz de mudar de forma pra se adaptar a diferentes estilos de combate. Em vez de simplesmente trocar de armas como no jogo anterior, você vai moldando a Aberrant de acordo com a build que está construindo, favorecendo abordagens diferentes a cada confronto.
Sobre o mapa: Nova York não é categorizada como mundo aberto, mas ainda promete bastante espaço pra exploração. É uma estrutura intermediária — nem o corredor linear do primeiro jogo, nem um open world raso só pra preencher espaço. A Remedy parece estar buscando o equilíbrio entre liberdade e ritmo narrativo controlado.
Manhattan, agora com crise de identidade física
O cenário é uma versão de Manhattan completamente deformada por uma nova ameaça paranormal chamada Resonance. O trailer mostra cenas que parecem ter saído direto de Inception: trens disparando em todas as direções simultaneamente, prédios se dobrando sobre os personagens, ruas familiares dando lugar a estruturas que desafiam qualquer lógica arquitetônica.
Segundo a própria Remedy, a cidade está repleta de fenômenos inexplicáveis que alteram espaço e tempo — uma expansão direta dos conceitos de horror psicológico e ficção sobrenatural que já tinham feito sucesso no primeiro jogo. A promessa é pegar a “beleza surreal e brutal” de Control e levar pra um nível ainda mais ambicioso.
O que é certo e o que ainda é incógnita
- ✓Lançamento em 24 de setembro de 2026
- ✓Dylan Faden como único protagonista jogável
- ✓PS5, Xbox Series X/S e PC (Steam/Epic)
- ✓Arma mutável “Aberrant” como mecânica central
- ✓Foco em RPG de ação e combate corpo a corpo
- ✓60 FPS estáveis como meta em todas as plataformas
- ✓Suporte a Path Tracing e DLSS 4.5 no PC
- ✓48h de acesso antecipado na Deluxe — exclusivo PS5
- ?Tamanho exato do mapa de Manhattan
- ?Duração média da campanha principal
- ?Alvos de resolução/framerate por plataforma
- ?Se existe algum modo cooperativo
- ?Número de habilidades paranormais disponíveis
- ?Conteúdo exato dos cosméticos exclusivos
- ?Se o jogo exige ter zerado o primeiro Control
Requisitos de PC: mais acessível do que parece
A Remedy já divulgou requisitos “iniciais” pra PC — sujeitos a atualização conforme o lançamento se aproxima. A boa notícia: comparado a Alan Wake 2 (jogo anterior do estúdio), a barreira de entrada não subiu tanto quanto se temia.
| Requisito | Mínimo | Recomendado |
|---|---|---|
| CPU | Intel i5-8500 | — |
| GPU | RTX 3060 (estimado) | RTX 3070 / RX 6700 XT |
| Recursos extras | — | Path Tracing + DLSS 4.5 (RTX 50) |
| Meta de performance | 60 FPS estáveis em todas as plataformas | |
As GPUs recomendadas datam de 2020 e 2021 — ou seja, uma fatia bem considerável de jogadores de PC já está dentro do alvo, mesmo sem hardware de última geração.
Preço: a parte que realmente surpreendeu todo mundo
Diferente de boa parte dos lançamentos AAA de 2026, Control Resonant chega com um preço considerado “baratíssimo” pela imprensa especializada — talvez uma estratégia pra ganhar terreno justamente num mês concorrido.
Edição Padrão
Edição Digital Deluxe (PS5)
Edição Deluxe (Xbox/PC)
Pré-venda
💡 Dica de afiliado: se você joga no PS5, a Edição Deluxe vale mais a pena puramente pelo acesso antecipado de 48 horas — algo que a Microsoft e a Valve não conseguiram negociar com a Remedy. Pra quem joga em Xbox ou PC, não tem vantagem real em pagar mais pela Deluxe além dos cosméticos extras.
Vale a ansiedade toda?
Sim — e a aposta da Remedy é genuinamente arriscada, o que torna ainda mais interessante.
Trocar um jogo de tiro consagrado por um RPG de ação corpo a corpo não é decisão pequena. A Remedy está literalmente reconstruindo a identidade mecânica da franquia, apostando que a atmosfera e a narrativa — pontos fortes inquestionáveis do estúdio — vão sustentar a transição.
O grande desafio não é a qualidade (a Remedy raramente decepciona nisso), e sim a concorrência da própria janela de lançamento: setembro de 2026 está lotado de pesos-pesados como Marvel’s Wolverine, Dune: Awakening e Onimusha: Way of the Sword, todos espremidos num intervalo de poucos dias. Control Resonant vai precisar se destacar numa multidão de jogos igualmente ambiciosos.
Se você jogou e amou o primeiro Control: compra praticamente garantida — a curiosidade sobre Dylan e o destino de Jesse já vale o ingresso. Se você nunca jogou o original: a Remedy promete que a história funciona standalone, então não tem desculpa pra não experimentar essa Manhattan deformada quando setembro chegar.
Assim que tivermos mais detalhes sobre gameplay e performance por plataforma, atualizamos aqui. Ative as notificações pra não perder!


